ENTRE OS “URROS DAS FERAS E A MÚSICA SOTURNA DO VENTO”: O BIOMA MATA ATLÂNTICA NOS RELATOS DE VIAJANTES PARANAENSES (1875-1921)
Palavras-chave:
História, História ambiental, Relatos de viagem, Viajantes brasileiros, Paraná, Mata AtlânticaResumo
O termo viajante aparece, nos dicionários em geral, como a denominação atribuída simplesmente àquelas pessoas que viajam.Porém assim como cada viagem possuí suas singularidades, cada viajante locomove-se de um lugar a outro com objetivos, aspirações e percepções distintas. Neste artigo buscamos analisar como os fatores bióticos e abióticos de parte do bioma Mata Atlântica, pertencente ao território paranaense, foram percebidos e descritos por viajantes brasileiros no final do século XIX e início do século XX. Para tanto, foram utilizados como fontes os relatos de viagem de Nestor Borba, José Cândido da Silva Muricy e Jayme Ballão, publicados entre os anos de 1875 e 1921. O estudo desse material visou contribuir para as discussões sobre como o mundo biofísico brasileiro era redigido por literatos nacionais do período, pautando-se no mundo sensível presente nestes escritos, com ênfase nas percepções sonoras. Para construir a base teórica e metodológica, este artigo buscou dialogar com pensadores da história ambiental, com destaque à análise sistêmica da relação entre humanos e o ambiente.
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Copyright (c) 2017 Mg. Tayná Gruber, Dra. Alessandra Izabel de Carvalho

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