Educação ambiental, imagens e resistência em "Mulheres atingidas por barragens: bordando direitos" (MASP, 2025)
DOI:
https://doi.org/10.58210/rie3771Palavras-chave:
Educação Ambiental, Mulheres Atingidas por Barragens, Imagens, ResistênciaResumo
Este artigo discute as contribuições da luta e da resistência das Mulheres Atingidas por Barragens (MAB) para o campo da Educação Ambiental a partir da análise da produção de arpilleras. Neste sentido, analisam-se os documentos têxteis que expressam a realidade apresentada na exposição: “Mulheres Atingidas por Barragens: bordando direitos” (MASP, 2025), que reuniu 47 arpilleras de diversas regiões do Brasil, as quais manifestam o tecer de uma sociedade mais humana, sensível e coletiva. Trata-se de pesquisa de abordagem qualitativa baseada na imagética produzida nos bordados e nas histórias coletivas experenciadas por estas mulheres, vidas que se juntam para tecer um futuro melhor. A arte reivindica luta e resistência, em uma construção histórica feita ponto a ponto como forma de superação das opressões ambientais sofridas. A proposta revela narrativas bordadas de esperanças. Assim, a costura transforma-se numa ferramenta poderosa de resistência, denúncia e empoderamento feminino, produzindo reflexões para a Educação Ambiental.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Renato Duro Dias

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os autores retêm os direitos autorais e concedem à Revista Inclusiones o direito de publicação sob Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). Isso permite o uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, desde que a devida atribuição seja concedida ao autor.





