A importância do icms ecológico como instrumento econômico para o estado do Rio Grande do Norte
DOI:
https://doi.org/10.58210/inclu3512Palavras-chave:
Conservação Ambiental, Desenvolvimento Sustentável, ICMS Ecológico, Políticas Públicas, Tributação AmbientalResumo
A implementação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Intermunicipal e Interestadual (ICMS) como ICMS ecológico é essencial para promover a preservação ambiental e o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a conservação. Este estudo analisa a importância desse instrumento econômico no contexto do Rio Grande do Norte, destacando seu papel em permitir que os municípios desenvolvam áreas de preservação ambiental. Apesar da evidente relevância para a sustentabilidade do estado, a falta de vontade política se reflete na ausência de regulamentação do projeto até o período da pesquisa (janeiro de 2008 a abril de 2017). A análise demonstra a necessidade de ações políticas para aproveitar plenamente o potencial do ICMS ecológico na harmonização do desenvolvimento econômico e da proteção ambiental na região
Referências
ALMEIDA, M. S. (2020). ICMS Ecológico: Uma Perspectiva Nacional. Editora Ambiental. 2020.
ATALIBA, Geraldo. (1990). IPTU: progressividade. Revista de Direito Público, v. 23, n. 93.
BRASIL. Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966. Código Tributário Nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5172Compilado.htm.
BRASIL. Lei nº 1.530, de 22 de janeiro de 2004. Institui o ICMS Verde, destinando cinco por cento da arrecadação deste tributo para os municípios com unidades de conservação ambiental. Disponível em: http://sefaz.acre.gov.br/2021/?p=11762.
BRASIL. (2017). Manual de pesquisa da CGU: análise documental. Controladoria-Geral da União, 2017.
CAERN - Companhia de Águas e Esgoto do Rio Grande do Norte. (2014). Atlas CAERN.
CELLARD, A. A Análise Documental. (2008). In: POUPART, J. et al. (Orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis, RJ: Vozes, p. 295-316.
IDEMA – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte. Unidades Estaduais de Conservação Ambiental do RN. SECOM, 2017. Disponível em: http://www.idema.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=334&ACT=&PAGE=0&PARM=&LBL=Unidades+de+Conserva%E7%E3o#sthash.fD7Xb75b.dpuf.
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2015). População e Domicílios: PNAD 2015. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=rn&tema=pnad_2015>.
JOÃO, C. G. (2004). ICMS Ecológico um instrumento econômico de apoio à sustentabilidade. Florianópolis.
BORGES, J. G.; GERBER, D.; TRENTIN, B. E.; BECHARA, F. C. (2020). O ICMS Ecológico como ferramenta de conservação: estudo de caso no município de Marmeleiro (PR). Acta Biológica Catarinense, 7(2), 64–73. https://doi.org/10.21726/abc.v7i2.150.
LIMA, E. F. (2021). Participação Social e Sustentabilidade: Um Estudo de Caso sobre o ICMS Ecológico. Editora Consciência Verde.
MELO, J. E. S (2003). ICMS: teoria e prática. 6 ed. São Paulo: Dialética.
MOREIRA, J. A. (2005). Metodologia da pesquisa para o jornalismo científico. Florianópolis: Insular, 2005.
NASCIMENTO, V. M.; NASCIMENTO, M.; VAN BELLEN, H. M. (2013). Instrumentos de políticas públicas e seus impactos para a sustentabilidade. Gestão & Regionalidade, v. 29, n. 86, p. 77-87.
OLIVEIRA, A. A. P. (2007). Análise documental do processo de capacitação dos multiplicadores do projeto "Nossas Crianças: Janelas de Oportunidades" no município de São Paulo à luz da promoção da saúde. 2007. 212 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem em Saúde Coletiva) - Escola de Enfermagem - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.
PIMENTA, H. C. D. (2012). A produção mais limpa como ferramenta em busca da sustentabilidade empresarial: um estudo de múltiplos casos em empresas do Estado do Rio Grande do Norte. 2008. Produção, v. 22, n. 3, p. 462-476, maio/ago. 2012.
SANTOS, A. L. (2022). Economia Sustentável: O Papel do ICMS Ecológico no Desenvolvimento Regional. Editora Sustentabilidade. 2022.
SILVA, R. C. (2021). Legislação Ambiental e ICMS Ecológico no Rio Grande do Norte. Revista de Estudos Ambientais, v. 12, n. 3, p. 78-92.
SOUZA, J. ; KANTORSKI, L. P. ; LUIS, M. A. V. (2011). Análise documental e observação participante na pesquisa em saúde mental. Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v. 25, n. 2, p. 221-228, maio/ago.
SOUZA, P. R. P.; MILLS, J. (1995). Conflitos Jurídicos, Econômicos e Ambientais - Estratégias para o desenvolvimento de políticas ambientais e de uso do solo: Um estudo de caso da flórida (EUA) e Paraná (Brasil). Paraná: EDUEM.
TUPIASSU, L. V. C. ; SCAFF, F. F. (2004). Tributação e políticas públicas: o ICMS ecológico. Verba Juris - Anuário da Pós-Graduação em Direito, v. 3, n. 3, p. 150-190.
VEIGA, J. E. (2010). Sustentabilidade: a legitimação de um novo valor. 2. ed. São Paulo: Editora Senac São Paulo.
WWF- World Wide Fund For Nature. (2018). O que é desenvolvimento sustentável? Disponível em: https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/desenvolvimento_sustentavel/.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2023 Houtran Lima da Silva, Hallyson Diego Mendes Braz, Diógenes José Gusmão Coutinho

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Los autores retienen los derechos de autor y otorgan a Revista Inclusiones el derecho de publicación bajo Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). Esto permite el uso, distribución y reproducción en cualquier medio, siempre que se otorgue la debida atribución al autor.





