HÁ ESPAÇO PARA UMA JUSTIÇA RACIAL INTERAMERICANA? NOVOS ESTÂNDARES PROTETIVOS A PARTIR DO CASO ACOSTA MARTÍNEZ Y OTROS VS. ARGENTINA1
Resumen
A discriminação racial abrange concepções que se estruturam por meio de vieses morais, políticos
e jurídicos, responsáveis por indicar o comprometimento dos valores da cidadania por meio do não
reconhecimento de minorias raciais como atores sociais competentes. O artigo objetiva analisar se
há ou não espaço para afirmar a construção jurisprudencial paulatina de uma justiça racial
interamericana. Para isso, recorre-se à ideia de discriminação racial como categoria jurídico-social e
aos estândares regionais fixados pela Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso Acosta
Martínez y Otros vs. Argentina (2020), que reavivou o debate sobre racismo e prisão arbitrária de
pessoas negras com base em perfis raciais. As discussões sobre discriminação racial na região são
esparsas. A afirmação dos estândares protetivos no caso realinhou a proposta construtiva da justiça
racial interamericana.
Descargas
Publicado
Versiones
- 12-06-2021 (2)
- 09-06-2021 (1)
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Mtdo. André Luiz Pereira Spinieli

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores retienen los derechos de autor y otorgan a Revista Inclusiones el derecho de publicación bajo Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). Esto permite el uso, distribución y reproducción en cualquier medio, siempre que se otorgue la debida atribución al autor.




