GRUPOS EM RISCO: A TRANSFOBIA E A PATOLOGIZAÇÃO DAS IDENTIDADES TRANS COMO CATEGORIAS DE ANÁLISE POLÍTICO-PEDAGÓGICA
Resumen
Neste artigo pretendemos avaliar e defender a importância de se estabelecer fundamentos
conceituais para uma melhor compreensão do termo ‘risco’, comumente empregado para
caracterizar grupos vulnerabilizados frente a determinados contextos. Nos interessa, portanto,
questionar a nomenclatura ‘grupos de risco’, entendendo que o mesmo possui duas dimensões que
formam um mesmo problema para se pensar a transfobia e suas facetas: a primeira, a ética, que
seria responsável por naturalizar o lugar de subalternidade que pessoas trans se encontram; e a
segunda, política (nos âmbitos sociais e escolares), que esvaziaria o componente histórico-político
que nos auxilia a compreender as estruturas das desigualdades que atravessam e se materializam
diferentemente nos corpos dos(as) sujeitos(as) trans. Para isso, recorreremos à metodologia
Interseccional e ao Feminismo Trans como forma de reconhecimento do entrecruzamento do sistema
de violências que vigora em tempos de capitalismo neoliberal, reduzindo corpos a mercadorias e
medicalizando todos os processos de suas vidas e mortes.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Dr. Fabio A. G. Oliveira, Dra. Liliana Rodrigues, Dra. Fernanda Fochi Nogueira Insfran, Mg. Renato Amantino Pereira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores retienen los derechos de autor y otorgan a Revista Inclusiones el derecho de publicación bajo Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). Esto permite el uso, distribución y reproducción en cualquier medio, siempre que se otorgue la debida atribución al autor.





